PF mira BRB e acende alerta no Flamengo sobre futuro do patrocinador

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Timon,04/04/2026

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    PF mira BRB e acende alerta no Flamengo sobre futuro do patrocinador

    Operação afasta presidente do banco parceiro e pressiona relação firmada desde 2020


    PF mira BRB e acende alerta no Flamengo sobre futuro do patrocinador Reprodução - WEB

    A Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira, acendeu um sinal de alerta no Flamengo. A ação teve como alvos o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB) — este último, patrocinador oficial do Rubro-Negro desde 2020. O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi afastado por 60 dias, enquanto Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso.

    Nos bastidores do Flamengo, a situação é tratada com preocupação, mas também com cautela. Segundo fontes ouvidas pelo ge, a diretoria vai acompanhar o desdobramento da investigação antes de decidir se tomará alguma medida. Internamente, o entendimento é de que o contrato protege o clube, garantindo que o Flamengo não tenha prejuízos financeiros em caso de ruptura. O acordo possui cláusulas que permitem rescisão caso a imagem da instituição parceira seja afetada.

    Procurado, o Flamengo informou que não irá se pronunciar por enquanto.

    O BRB, por sua vez, divulgou nota afirmando que todos os contratos de patrocínio seguem válidos e que o banco mantém normalmente seus compromissos com clubes, atletas e parceiros.

    A parceria entre Flamengo e BRB começou em 2020, com um contrato de três anos pelo patrocínio máster na camisa, com valor mínimo de R$ 32 milhões anuais. Em 2023, a renovação de seis meses rendeu ao clube cerca de R$ 22,5 milhões. Em 2024, o BRB passou a ocupar o espaço da omoplata, em vínculo válido até abril de 2026, pagando R$ 25 milhões por ano.

    Além disso, há o acordo referente ao Banco Nação, gerido pelo Flamengo. Antes, o BRB remunerava R$ 0,30 por cliente cadastrado. Após a renovação, foi definido um valor mínimo de R$ 15 milhões anuais. Somando os contratos, o patrocínio chega hoje a pelo menos R$ 40 milhões por ano.

    Enquanto a investigação avança — que apura supostos esquemas de emissão e negociação de títulos de crédito falsos —, a diretoria rubro-negra mantém a postura de expectativa. A tendência é aguardar os próximos passos da PF para decidir o futuro da parceria.




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